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sábado, 2 de junho de 2012

Annihilator Discografia - Set the World on Fire


SET THE WORLD ON FIRE - 8,6

Nesse album lançado em 1993 já são perceptíveis algumas mudanças mais radicais no estilo da banda. O Set the World on Fire é um cd um pouco menos pesado e mais cantado, com mais melodia vocal ao invés de "gritos". Nesse cd aparecem as primeiras "baladas" e algumas influências de rock clássico.


Faixas:
01. Set the World On Fire
02. No Zone
03. Bats in the Belfry
04. Snake in the Grass
05. Phoenix Rising
06. Knight Jumps Queen
07. Sounds Good to Me
08. The Edge
09. Don’t Bother Me
10. Brain Dance



Annihilator Discografia - Never, Neverland


NEVER, NEVERLAND - 8,9

O Never, Neverland, lançado em 1990, também pode ser considerado um clássico, já que foi o album que consolidou a banda na cena mundial. O album segue um pouco o estilo do Alice in Hell, porém, com riffs mais melódicos e mais harmonias entre as guitarras, um som mais trabalhado.


Faixas:

01. The Fun Palace
02. Road To Ruin
03. Sixes And Sevens
04. Stonewall
05. Never, Neverland
06. Imperiled Eyes
07. Kraf Dinner
08. Phantasmagoria
09. Reduced To Ash
10. I Am In Command

Anihhilator Discografia - Alice in Hell

Eai pessoal, eu vou postar breves reviews de cada album do Annihilator com notas de 0 a 10. Quem não concordar com algo sinta-se a vontade para comentar.

ALICE IN HELL - 8,7

O Alice in Hell foi lançado em 1989 e é conciderado um clássico do Thrash Metal. O primeiro album da banda de Jeff Waters é sem dúvida um marco na história do metal, que, bem ao estilo Speed/Thrash Metal com riffs e vocais rápidos e agressivos lembra em alguns momentos a fase antiga do Slayer e em outros lembra um pouco a banda Death. A faixa Crystal Ann chama bastante a atenção pelo fato de ser uma faixa acústica e instrumental (muito boa por sinal), visto que o resto do album é bem agressivo.



Faixas:

01. Crystal Ann
02. Alison Hell
03. W.T.Y.D.
04. Wicked Mystic
05. Burns Like A Buzzsaw Blade
06. Word Salad
07. Schizos (Are Never Alone)
08. Ligeia
09. Human Insecticide

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ne Obliviscaris - Portal of I (2012)

 Ne Obliviscaris é uma banda de metal australiana. Eles causaram um impacto gigantesco no público "cult undergound" com o lançamento de seu demo em 2007 ("The Aurora Veil"). Esse demo é sem dúvida um dos melhores da história. Tem um som extremamente bem produzido para um demo, e as tres (gigantescas) composições mostram uma banda extremamente inovadora. Foi um sucesso.

Devido a alguns problemas com trocas na formação e com vistos (um dos guitarristas é francês), o seu primeiro álbum demorou 5 anos para sair. E a reação de todos que ouviram o demo é a mesma: Quantidades perigosamente grandes de saliva escorrendo pela boca, levemente aberta, criando um típico aspecto de "retardado boçal".

Falando da música em si, as composições misturam basicamente black metal com progressivo. BASICAMENTE. Eles misturam vários outras coisas. Apresenta também algumas influências de folk e death também, sem falar na presença de um violinista na formação. Sem falar é claro nas complexas melodias e atmosferas criadas. Em suma, é um som bastante complexo e "difícil" de ouvir.

Ouvintes de música mais complexa se deliciarão por completo com essa música Agressiva, Melódica, Brutal e Refinada. Destaque para as músicas "Tapestry of the Starless Abstract" e "And Plague Flowers the Kaleidoscope".

Nota Geral: 9,6 / 10

sábado, 30 de abril de 2011

Trivium - Shogun

A primeira música que eu ouvi do Trivium foi Like Light to Flies. Já faz algum tempo, mas eu me lembro perfeitamente da cena. Quando eu estava ainda no início do processo de "educação do heavy metal", um amigo meu me mostrou essa música. Nós dois ficamos muito impressionados com a mistura de partes pesadas com vocais guturais com as partes mais melódicas (que têm aqueles vocais "emo"). Essa mistura, conforme fiquei sabendo depois, era chamada de metalcore. Logo que tive a oportunidade, fui atrás de cada música deste álbum, o Ascendancy. Acabei descobrindo que eu era um fã deles. Os riffs técnicos, as letras não tão melosas como as outras do estilo, os vocais limpos que acabei aprendendo a curtir e, principalmente, os solos, que botam no chinelo qualquer outro de qualquer outra banda entre essas mais "moderninhas" (à exceção do Children of Bodom, do Unearth e talvez do All that Remains).


Ouvi depois o Ember to Inferno, que também é muito bom, mas talvez um pouco mais primitivo. Porém, ao ouvir uma música do The Crusade, a única palavra que descreve o que aconteceu é esta: broxei. Os riffs eram completamente sem inspiração. O vocal gutural foi posto de lado na maior parte do tempo, e o vocal limpo começou a encher o saco. Não estou dizendo que eu parei de gostar do dito "Metal Poser", mas aquele CD estava uma MERDA. O meu conceito sobre eles caiu muito. E a temática japonesa do álbum não combinou nem um pouco com ele. Depois de tudo isso, as minhas expectativas para o Shogun eram muito ruins. E ainda vários amigos meu comentavam que o CD era ruim pra caralho, um completo "sell-out". Eu só tomei coragem de ouvi-lo 3 anos após o seu lançamento.

Já no início se percebe que o foco ainda são os vocais limpos, mas eles não estão tão irritantes como no The Crusade, mas ele não passa "A" atmosfera que passa nos refrões de músicas como Suffocating Sight ou Ember to Inferno, com exceção de um momento ou outro. Mas as guitarras estão excelentes. Eles estão com os solos cada vez melhores, mais elaborados. Esses guitarristas são dois dos "guitar heroes" de hoje em dia que merecem ser heróis. Os quase sempre presentes vocais limpos tem uma justificativa simples, embora entristecedora: Eles se venderam. É necessário ressaltar que se não fosse os berros de Matt Heafy, talvez o CD fosse quase inescutável.


Mas pelo menos eles continuam tentando fazer música boa. Os arranjos das canções estão bem mais maduros e os riffs com mais pegada e peso, deixando as melodias para as partes mais atmosféricas, que precisam de melodias para serem atmosféricas. A qualidade do som é fora de série, eles conseguiram arrancar um som impressionante de cada um dos instrumentos. Nenhum deslize técnico aparente de nenhum dos instrumentistas. A temática japonesa do álbum não está irritante como no álbum anterior. Tem também algumas referencias à mitologia grega em algumas letras.


Algumas música que merecem destaque são Kirisute Gomen, Throes of Perdition, The Calamity (pelo solo), Of Prometheus and the Crucifix e a longa Shogun. O que eles tem que melhorar é algo bem simples: Não colocar riffs ruins em músicas boas. Todas as músicas desse álbum tem um potencial enorme, mas a qualidade delas às vezes não é plena por causa de um riff sem inspiração ou algum vocal limpo está aonde deveria haver um berro. Eles se recuperaram muito no meu conceito, mas esse "sell-out" foi completamente desnecessário.


O CD é altamente recomendado para os fãs da banda e aqueles que querem ouvir música boa (mesmo que não transborde trueza). É não-recomendado para fãs mais true e é perfeito para queima para fãs de black metal (a.k.a "idiotas de maquiagem").




NOTA: 8,2/10


quarta-feira, 27 de abril de 2011

To Hell with God, novo cd do Deicide

Acho que esse vai ser o primeiro post sobre Metal Extremo aqui no blog, então fãs do gênero, espero que gostem.

A banda de Death Metal Deicide, lançou início desse ano seu décimo album em vinte e dois anos de banda, To Hell with God. A banda é uma das melhores do estilo (junto com Nile e Cannibal Corpse na minha opinião), e vem com tudo esse ano com esse cd destruidor que vai causar muita dor no pescoço dos headbangers. No princípio eles tinham um som mais "cru", que me lembra muito o Slayer no início da banda, só que com gutural, e com o tempo eles foram "lapidando" as músicas. Deicide sempre foi uma banda satanista, e deixa isso claro só pelo nome das músicas como Death to Jesus e Homage for Satan. Nesse album não foi diferente, nota-se isso só pelo nome do cd.

Uma coisa que eu gostei foi a imagem da capa do cd, certamente a melhor capa do Deicide. Bom, indo direto ao ponto, eu gostei muito do cd. É perceptível até para quem não entende muito de música que as músicas são complexas e de um alto nível técnico. As linhas de bateria são simplesmente animais (depois de tocar uma musica na bateria não precisa mais fazer academia lol). Outra coisa que me chama atenção são os solos se guitarra, normalmente as bandas mais extremas quando tem solos, são absurdamente rapidos, mas completamente desarmônicos, o que não é o caso do Deicide, que possui vários solos bons nesse cd. Incrível como parece que com o tempo Glen Benton só melhora, uma coisa que sempre foi marca do Deicide foram as "harmonias" de gutural, com os vocais de apoio, o que também não muda neste album. Ótimo candidato a melhor album de metal extremo do ano, soa como pedradas nos ouvidos. Como os headbangers gostam. Abaixo mais informações sobre o album:




Faixas:

1. To Hell With God
2. Save Your
3. Witness of Death
4. Conviction
5. Empowered by Blasphemy
6. Angels in Hell
7. Hang in Agony Until You're Dead
8. Servant of the Enemy
9. Into the Darkness You Go
10. How Can You Call Yourself a God


STAY METAL \m/

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Relentless Reckless Forever, novo cd do Children of Bodom

A famosa banda de Death Metal Melódico Children of Bodom lançou dia 08/03/11 seu sétimo cd de estúdio Relentless Reckless Forever. Esse cd muito esperado por fãs da banda foi para alguns motivo de animação, mas para outros uma certa decepção (meu caso).

O cd não está ruim, mas tem alguns pontos negativos na minha opinião, como a troca da velocidade pelo peso, claro, peso sempre é bom, mas podiam manter uma das pricipais características da banda, a velocidade. O teclado, sempre muito presente nas composições da banda continua tendo sua importancia nas melodias. Mas este cd também tem várias coisas boas. Alexi Laiho se superando cada vez mais com seus solos de guitarra, com detaque para os solos de 'Ugly' e 'Northpole Throwdown'. Desde o começo de sua carreira a banda sempre se focou muito nas melodias, unindo guitarra com teclado. Com o passar dos anos, ao meu ver, eles foram acrescentando a cada album novo um poco mais de peso e agressividade. O album Bloodrunk lançado em 2008 para mim foi a melhor fase da banda.

O cd no geral está bem técnico e agressivo. Abaixo mais informações:



1. Not My Funeral
2. Shovel Knockout
3. Roundtrip to Hell and Back
4. Pussyfoot Miss Suicide
5. Relentless Reckless Forever
6. Ugly
7. Cry of the Nihilist
8. Was It Worth It?
9. Northpole Throwdown
10. Party All the Time (Eddie Murphy cover)
 
 
Se você não concorda com as opiniões expressas no post comente.
 
STAY METAL \m/

quinta-feira, 31 de março de 2011

Abertura dos Shows do Ozzy no Brasil

Os metaleiros do Brasil inteiro entraram em estado de extâse ao ouvir a notícia que Ozzy Osbourne (aquele cara que arrancou a cabeça de um morcego, cheirou formigas e trabalhava como afinador de buzinas no início de sua vida) iria tocar em solo brasileiro, entre os quais eu me incluo.

O pensamento que me veio logo após foi: Quais vão ser as bandas que vão abrir para o Ozzy? Assim que tive a oportunidade, pesquisei na intenet para descobrir quais iriam ser as bandas de abertura. Após uma pesquisa de meio segundo (conforme o Google) descobri que três bandas iriam abrir os shows do Príncipe das Trevas: Sepultura, Hibria e Gunport.

Ok, Sepultura não precisa de nenhum comentário, maior banda de metal da história do Brasil, uma das poucas a formar um nome internacional realmente forte, a saída dos irmãos Cavalera, blá blá blá. Todo brasileiro conhece (ou deveria conhecer) a história do Sepultura e respeita o que os cara fizeram, até pagodeiros conhecem esse nome, de tanta fama. O Sepultura ficou encarregado de abrir os shows em São Paulo e Brasília.

O Hibria também não é um completo desconhecido, os gaúchos do Hibria já estão fazendo aquele Power Metal técnico com os vocais agudos de Iuri Sanson há vários anos, e têm o devido respeito e reconhecimento do público, principalmente lá pelo Japão. O Hibria ficou no encargo de tocar no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

Aí foi que eu comecei a estranhar alguma coisa.

Até vai que o Sepultura não toque em Belo Horizonte, eles já são uma banda muito maior , uma banda mais internacional que nacional. O Hibria tem um público fiel aqui no RS, eu estranhei muito eles não tocarem aqui. Mas fazer o que, né?

A banda que abriu o show de Porto Alegre se chama Gunport. Eu primeiro pensei: "Quem?!?!?" Eu não fui pesquisar a banda logo em seguida, deixei para ver na hora do show mesmo.

Já lá dentro, esperando o Ozzy e sendo esmagado, eu não parava de me questionar como seria a banda de abertura. Às oito horas em ponto, eles entraram começaram a tocar. Um quarteto, um baixista, um guitarrista, um baterista e um vocalista que atacou também de guitarrista e de pianista. O vocal estava muito baixo, eu ,que estava a poucos metros do palco, não consegui sequer entender a língua em que o cara cantava. As músicas em especial não me empolgaram, elas não eram, ou pelo menos não soaram, tão heavy metal para mim. Se eu conhecesse o estilo da banda e suas músicas um pouco mais eu poderia falar da execução, mas não me vou me arriscar a falar quaisquer inverdades (leia-se: merda). Mas o que, em qualquer ângulo, deixou a desejar, foi a interação com o público. Nem meia palavra foi proferida pelo vocalista/guitarrista/pianista fora das músicas, nenhuma tentativa de chamar o "povão" (lembrem-se que eu estou me incluindo no povão, antes que me xinguem). Eu esperava mais de uma banda na posição deles (lembrando aos alienados, eles abriram para O OZZY), mas possivelmente eu estava esperando só mais um Hibria.

O show de abertura foi no mínimo morno, eles não eram aquele heavy metal que eu esperava, mas me pareceram ser uma banda de rock honesta e invoadora. É possível que o que tenha me parecido normal, tenha sido um dos altos do show para outro. Vou ficar atento ao trabalho deles, é bem possível que valha a pena.

Surtur Rising, novo cd do Amon Amarth

A banda de viking metal Amon Amarth lançou no dia 28/03/11 (2 dias atrás) seu novo cd Surtur Rising. O novo cd não deixa nada a desejar, pois mantem o mesmo nível de qualidade dos cds anteriores, mantendo sua pegada bem pesada com incríveis melodias e solos. Johan Hegg em sua melhor forma impressiona com sua técnica gutural incrível. Com suas letras sempre abordando temáticas vikings, nesse cd eles fazem homenagem à Surtur, o líder dos gigantes de fogo de Muspelheim ("terra de chamas”).

Desde que a formação da banda se estabilizou em 1998 após duas trocas de baterista e uma de guitarrista, a banda só vem melhorando, na minha opinião eles são a junção perfeita entre o pesado e o melódico. Para os fãs do estilo vale a pena conferir. Fica ai a dica e mais informações sobre o cd.


01. War of the Gods
02. Töck’s Taunt – Loke’s Treachery Part II
03. Destroyer of the Universe
04. Slaves of Fear
05. Live Without Regrets
06. The Last Stand of Frej
07. For Victory or Death
08. Wrath of the Norsemen
09. A Beast Am I
10. Doom Over Dead Man

Show do Ozzy em Porto Alegre

Ozzy Osbourne, ex-vocalista da banda Black Sabbath, tambem conhecido como "principe das trevas", fez um show ontem 30/03/11 no gigantinho em Porto Alegre. Eu como um bom metaleiro não pude deixar de ir. O Show foi um dos melhores que eu ja fui, contando com os maiores clássicos de sua carreira como: Bark at the Moon, Mr. Crowley, Iron Man, Paranoid, War pigs, entre outras. Fiquei na pista, completamente esmagado, mas valeu a pena, o show foi realmente muito bom, contando inculsive com solos destruidores de guitarra e bateria. O único ponto negativo foi a péssima organização. É isso ai galera.

STAY METAL \m/