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terça-feira, 28 de junho de 2011

Era Mangini começa amanhã

E agora as perguntas que restaram sobre a saída de Mike Portnoy estão quase reduzidas a zero. Amanhã à 1 da tarde (no Brasil) será disponibilizada a primeira música do Dream com Mangini nas baquetas. A pergunta que será respondida amanhã será: Será que o Dream Theater é capaz de fazer música do mesmo nível sem Portnoy? Após a descoberta de amanhã, restarão apenas duas perguntas: Será que Mangini conseguirá influenciar de forma positiva nas composições? Será que Mangini tem o fôlego necessário para cumprir todas as datas do Dream, de maneira que seja pelo menos satisfatória?

Sobre os comentários que eu li sobre a gravação e o novo álbum, eu consegui arrancar algumas informações úteis no meio de todo o blábláblá de "ah, o novo álbum é perfeito", "é o nosso melhor trabalho em anos", "o novo cd vai arrasar com vocês", e etc:

- Mike não compôs com o Dream neste álbum: De todos os detalhes, o mais fácil de perceber. Isto significa que a marca de suas composições no Dream, se existir, vai acontecer somente no próximos álbuns.

- As músicas deverão ser bastantes técnicas: Conforme Petrucci: “E cada vez que ele fazia algo, se eu dissesse, ‘Ei, pode fazer isso de novo?’ ele fazia, e saía perfeito. O cara é... Ele é demais! (risos) As pessoas não vão acreditar o quanto ele é bom." Considerando que o John Petrucci tocou mais de 20 anos ao lado de um dos melhores na bateria e soltar comentários fortes como esse pode ser que Mangini não esteja ali para brincadeiras. Petrucci também comentou algo sobre ele estar sempre "atrasado" mas dentro do tempo.

- John Myung vai continuar sendo o cara caladão: Alguns boatos surgiram que ele começaria a falar mais com o público depois da saída do Mike. Ele segue sendo o japinha mudo. Mesmo no documentário, ele basicamente falou apenas uma frase em cada parte do vídeo. Ele vai continuar tão quieto quanto era antes.

Agora, informações sobre a nova música e o novo álbum.

O novo álbum se chama "A Dramatic Turn of Events" (O nome talvez faça referência à saída de Portonoy) e será lançado dia 13 de setembro (13/09) pela Roadrunner Records. Tocado, obviamente, pelos integrantes do Dream Theater, mixado por Andy Wallace (Nirvana, Avenged Sevenfold, Slayer, entre outros) e produzido por John Petrucci, que ficou sozinho no cargo depois de tanto anos co-produzindo com MP. A música que estará disponível para audição amanhã se chama "On the Back of Angels", e é a primeira faixa no novo disco. A arte do novo álbum de estúdio (leia-se: capa) ainda não foi divulgada. Segue o Tracklist:

1. On the Backs of Angels
2. Build Me Up, Break Me Down
3. Lost Not Forgotten
4. This is the Life
5. The Shaman's Trance
6. Outcry
7. Far from Heaven
8. Breaking All Illusions
9. Beneath the Surface

Fonte: Whiplash (Pra variar)

PS.: Já saíram pela web algumas possíveis capas para o álbum. Vale lembrar que todas elas são "fan-made", ou seja, não oficiais. Uma que eu vi, inclusive, é um plágio descarado da capa do novo álbum do Opeth, o Heritage.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

To Hell with God, novo cd do Deicide

Acho que esse vai ser o primeiro post sobre Metal Extremo aqui no blog, então fãs do gênero, espero que gostem.

A banda de Death Metal Deicide, lançou início desse ano seu décimo album em vinte e dois anos de banda, To Hell with God. A banda é uma das melhores do estilo (junto com Nile e Cannibal Corpse na minha opinião), e vem com tudo esse ano com esse cd destruidor que vai causar muita dor no pescoço dos headbangers. No princípio eles tinham um som mais "cru", que me lembra muito o Slayer no início da banda, só que com gutural, e com o tempo eles foram "lapidando" as músicas. Deicide sempre foi uma banda satanista, e deixa isso claro só pelo nome das músicas como Death to Jesus e Homage for Satan. Nesse album não foi diferente, nota-se isso só pelo nome do cd.

Uma coisa que eu gostei foi a imagem da capa do cd, certamente a melhor capa do Deicide. Bom, indo direto ao ponto, eu gostei muito do cd. É perceptível até para quem não entende muito de música que as músicas são complexas e de um alto nível técnico. As linhas de bateria são simplesmente animais (depois de tocar uma musica na bateria não precisa mais fazer academia lol). Outra coisa que me chama atenção são os solos se guitarra, normalmente as bandas mais extremas quando tem solos, são absurdamente rapidos, mas completamente desarmônicos, o que não é o caso do Deicide, que possui vários solos bons nesse cd. Incrível como parece que com o tempo Glen Benton só melhora, uma coisa que sempre foi marca do Deicide foram as "harmonias" de gutural, com os vocais de apoio, o que também não muda neste album. Ótimo candidato a melhor album de metal extremo do ano, soa como pedradas nos ouvidos. Como os headbangers gostam. Abaixo mais informações sobre o album:




Faixas:

1. To Hell With God
2. Save Your
3. Witness of Death
4. Conviction
5. Empowered by Blasphemy
6. Angels in Hell
7. Hang in Agony Until You're Dead
8. Servant of the Enemy
9. Into the Darkness You Go
10. How Can You Call Yourself a God


STAY METAL \m/

terça-feira, 26 de abril de 2011

OBA!!! Mais um STRATOVARIUS!!!

Não me entendam mal, eu não estou falando de uma banda parecida com eles, é mais um projeto de Timo Tolkki, ex-líder do Strato. Não estou necessariamente entusiasmado com isso, embora eu considere o Stratovarius uma das melhores bandas que tem por aí, mas depois da saída de Timo Tolkki do Strato, foram criados vários outros "Stratovarius" e nenhum deles chega perto do original, que lançou obras-primas como o Visions e o Infinity.


Desde a saída de Timo em 2008, foram criados outros 2 "Stratovarius": O Revolution Renaissence e o Symfonia. É injusto dizer que esses dois projetos são ruins, ele são apenas pouco inovadores e sem criatividade. O estilo deles, o Power Metal. é repetitivo e pouco inovador, mas isso não era algo de se esperar daquele que ajudou a revolucionar o Power Metal, junto a nomes como o Helloween e o Gamma Ray. O Revolution Renaissence eu acho muito fraco, uma ofensa ao que Timo Tolkki já gravou. O Symfonia, que estava com toda aquela pinta de "Sou Foda", com um baita elenco, um mega super-grupo (me desculpem pelo pleonasmo, mas ele é inevitável lol) repete aquilo que o Stratovarius sempre fez, mas sem aquele destaque que tanto o André Matos ou o Timo Tolkki deveriam apresentar sempre. Mas eu considero o Symfonia uma boa banda, ao contrário do Revolution Renaissence.


Depois do fracasso do RR e do leve desapontamento do Symfonia, Timo resolve fazer uma comemoração aos 30 anos de Stratovarius. O projeto iria se chamar Project Strato - Return to Dreamspace, mas terá que mudar de nome devido à questões legais (imagino que alguém deve ter notado uma leve semelhança entre Strato e Stratovarius, mas eu não sei bem o que ainda...). A proposta é juntar a formação da era do álbum Dreamspace (Timo Tolkki - Guitarras e Vocais, Tuomo Lassila - Bateria, Anti Ikonen - Teclado e Jari Kainulainen - Baixo) para gravar um albúm de estúdio, que está previsto para o inicio de 2012 (um pouco antes de acabar o mundo). Nas palavras de Timo Tolkki:
[...] Não é um ‘remake’, mas um novo álbum. Um encerramento para aquilo que eu considero ser o fim do Stratovarius. Completa o ciclo retornando para o começo.


Lembrando que, após conflitos entre os membros Stratovarius, em 2008 Timo Tolkki cedeu todos os direitos sobre o nome Stratovarius para o resto da banda, que depois recrutou o guitarrista Matias Kupiainen e lançou dois grandes álbuns, melhores do que a maioria lançada com Timo na banda.


Eu realmente espero que o projeto valha a pena, porque mais um Revolution Renaissence ninguém merece...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Relentless Reckless Forever, novo cd do Children of Bodom

A famosa banda de Death Metal Melódico Children of Bodom lançou dia 08/03/11 seu sétimo cd de estúdio Relentless Reckless Forever. Esse cd muito esperado por fãs da banda foi para alguns motivo de animação, mas para outros uma certa decepção (meu caso).

O cd não está ruim, mas tem alguns pontos negativos na minha opinião, como a troca da velocidade pelo peso, claro, peso sempre é bom, mas podiam manter uma das pricipais características da banda, a velocidade. O teclado, sempre muito presente nas composições da banda continua tendo sua importancia nas melodias. Mas este cd também tem várias coisas boas. Alexi Laiho se superando cada vez mais com seus solos de guitarra, com detaque para os solos de 'Ugly' e 'Northpole Throwdown'. Desde o começo de sua carreira a banda sempre se focou muito nas melodias, unindo guitarra com teclado. Com o passar dos anos, ao meu ver, eles foram acrescentando a cada album novo um poco mais de peso e agressividade. O album Bloodrunk lançado em 2008 para mim foi a melhor fase da banda.

O cd no geral está bem técnico e agressivo. Abaixo mais informações:



1. Not My Funeral
2. Shovel Knockout
3. Roundtrip to Hell and Back
4. Pussyfoot Miss Suicide
5. Relentless Reckless Forever
6. Ugly
7. Cry of the Nihilist
8. Was It Worth It?
9. Northpole Throwdown
10. Party All the Time (Eddie Murphy cover)
 
 
Se você não concorda com as opiniões expressas no post comente.
 
STAY METAL \m/

quinta-feira, 31 de março de 2011

Surtur Rising, novo cd do Amon Amarth

A banda de viking metal Amon Amarth lançou no dia 28/03/11 (2 dias atrás) seu novo cd Surtur Rising. O novo cd não deixa nada a desejar, pois mantem o mesmo nível de qualidade dos cds anteriores, mantendo sua pegada bem pesada com incríveis melodias e solos. Johan Hegg em sua melhor forma impressiona com sua técnica gutural incrível. Com suas letras sempre abordando temáticas vikings, nesse cd eles fazem homenagem à Surtur, o líder dos gigantes de fogo de Muspelheim ("terra de chamas”).

Desde que a formação da banda se estabilizou em 1998 após duas trocas de baterista e uma de guitarrista, a banda só vem melhorando, na minha opinião eles são a junção perfeita entre o pesado e o melódico. Para os fãs do estilo vale a pena conferir. Fica ai a dica e mais informações sobre o cd.


01. War of the Gods
02. Töck’s Taunt – Loke’s Treachery Part II
03. Destroyer of the Universe
04. Slaves of Fear
05. Live Without Regrets
06. The Last Stand of Frej
07. For Victory or Death
08. Wrath of the Norsemen
09. A Beast Am I
10. Doom Over Dead Man